Em Vila Nova da Barquinha

A temática dos estudos leva-me amanhã a Vila Nova da Barquinha para ver com os alunos como podem estes estudar melhor, e depois, com os pais e professores, como podem estes ajudar melhor os filhos e alunos. Dia em cheio 😉
Não sei o que quero ser. É difícil escolher!” – O papel dos pais na orientação vocacional dos filhos

Volto a Torres Vedras para mais umas sérias “Conversas com Pais” a abordar “O papel dos pais na orientação vocacional dos filhos. A marcar na agenda dia 28 de Abril pelas 21h:30 no Edifício Passos do Concelho. Entrada Livre Os pais, ou os adultos que desempenham um papel educativo preponderante na vida das crianças e dos jovens, são “pessoas especiais”. Os pais são personagens centrais na história de vida dos filhos. São eles que melhor conhecem as suas características, as suas expetativas, desejos e motivações, são claramente os adultos melhor posicionados para impulsionar os projetos dos jovens e zelar pelo seu sucesso. Quando o assunto é o futuro, os jovens esperam que as suas dúvidas e hesitações encontrem a compreensão dos pais e que estes lhes transmitam confiança e os encorajem a explorar o mundo e a ensaiar ideias e projetos. Pais e filhos partilham fortes laços afetivos e, mesmo que estes expressem os seus projetos para o futuro de forma hesitante ou pouco explícita, desejam ser escutados pelos pais e aguardam atentamente as suas reações. É importante que os pais procurem envolver-se de forma intencional e refletida na construção do percurso escolar e profissional dos filhos, aproveitando as situações do quotidiano para “fazer acontecer”. Os pais contam muito! Quando se trata de pensar o futuro e tomar decisões, os filhos, mesmo que não o demonstrem, são muito atentos ao suporte e à opinião dos pais, esperando que estes escutem os seus sonhos e ideias, conferindo muita importância às suas reações. Atendendo ao papel influente dos pais na construção de projetos de vida dos seus filhos, o objetivo desta sessão é o de disponibilizar algumas sugestões com vista a uma atuação mais consistente e intencional no apoio que lhes prestam neste domínio. É fundamental que os pais acompanhem a vida escolar dos seus filhos, contactando regularmente com os docentes, o diretor de turma, participando nas reuniões e nas iniciativas promovidas pela escola, conhecendo os recursos e serviços disponíveis, designadamente, o trabalho desenvolvido pelo psicólogo. Colaborar com esses profissionais ajuda a potenciar os apoios necessários, quer na escola, quer na família.
Formação NeuroEducação no Externato Ribadouro

Foi uma semana intensa repleta de momentos para reflectir, para constatar, para trabalhar, para ouvir, para gargalhar, para evidenciar, para melhor perceber como o cérebro aprende e de que forma possamos ser profissionais de educação mais competentes, mais capazes, provocando menor sofrimento mas maior satisfação dos alunos. Momentos divertidos com 140 profissionais de excelência e uma mota! Não estava prevista mas foi muito bem vinda!
15 anos depois…

Sem cair e sem me aleijar (a não ser as bolhas nos pés) Não foi apenas um regresso a calçar os patins, não foi apenas o regresso ao contacto com amigos de infância, foi um regresso a um renovado pavilhão que muitas memórias e emoções traz. Passei aqui muito tempo da minha juventude e adolescência. Muitas histórias para lembrar. Recordar é viver, e que boas recordações trouxe este momento.
Filhos e Cadilhos no Porto Canal

Tive o privilégio de ser um dos convidados do programa de Páscoa do “Filhos e Cadilhos” do Porto Canal apresentado por Mariana D’ Orey. Conjuntamente com a psicóloga Maria Andresen reflectimos um pouco sobre as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Uma conversa curta com propósito de alertar para as alterações que aí se avizinham. Pode ver o programa aqui
Animação que nos faz reflectir

Preocupamo-nos em ser bem sucedidos no emprego, trabalhar o mais que pudermos e ensinar os nossos filhos a fazerem o mesmo na escola. É um ciclo interminável que não deixa muito espaço para a criatividade. Esta curta-metragem provoca as pessoas a olharem para as coisas de uma forma diferente. Os autores, de Madrid, Daniel Martínez Lara e Rafa Cano Méndez, “dão uma lição” de 7 minutos sobre o que maioritariamente acontece no dia a dia. O vídeo incide também sobre a paternidade, e sobre a importância de deixar as crianças fazerem as suas próprias viagens. Como o jornalista Graydon Carter referiu se uma vez: “é um momento raro quando rompemos com as atribulações da corrida de ratos diária, para refletir sobre suposições e valores que nós, casualmente, aceitamos como o evangelho.” Para ver, e partilhar… [youtube https://www.youtube.com/watch?v=kQjtK32mGJQ?rel=0]
Crianças com boa educação: como ensinar-lhes

Bem penteado, bem vestido, bem alimentado, bem lavado, bem-educado, bem… um conjunto de ‘bens’ que preocupa todos os pais desde a nascença. Se em alguns desses ‘bens’ dependem mais diretamente dos pais e podem mais facilmente ser controlados, outros são um pouco mais difíceis. A educação é um processo de socialização e criação de saberes, crenças, valores, com a finalidade de ir construindo e reconstruindo as sociedades, os indivíduos e grupos que a constituem. Importa considerar o que socialmente se reconhece como boa educação, estando certo de que há pequenas nuances na conceção de todos nós, mas, maioritariamente, existe consenso na sua definição. Certamente que todos estaremos de acordo que uma criança mal-educada nos irrita (muito!) e uma criança bem-educada nos enternece imenso. Torne o seu filho num adulto bem-educado A premissa base para que o seu filho se torne num adulto bem-educado é que você seja um exemplo, um modelo a seguir. Mostre-lhe desde o início como se faz, sendo o seu exemplo a seguir. As crianças imitam os modelos, sobretudo o dos seus heróis (os pais), e é muito fácil se a nossa atitude for coincidente com o que queremos que a criança aprenda. Nunca é cedo demais para ensinar o seu filho a ter boas maneiras, mesmo em crianças que ainda não falem. Se aprender a compartilhar, é uma lição para toda vida e é especialmente crucial entre os 2 e 4 anos de idade. Da mesma forma, cumprimentar os outros educadamente é um comportamento que deve ser encorajado desde cedo. Ensinar nunca é fácil, mas é um papel do qual os pais não se devem alhear. Até aos 3 anos de idade… Até aos 3 anos de idade, o seu filho imita o seu comportamento e até as suas expressões faciais. A partir dos 12 meses, as crianças tornam-se mais sociáveis e aprendem palavras muito rapidamente – deve aproveitar esta fase. Sempre que o seu filho peça qualquer coisa, aproveite para lhe transmitir as palavras das boas maneiras. Utilizar sempre palavras como “por favor”, “obrigado(a)”, “com licença”, “desculpa”, “bom dia”, entre outras… São expressões que se usam depois com naturalidade, porque sempre foi assim que aprenderam e usaram. … Entre os 3 e os 5 anos… Entre os 3 e os 5 anos, é preciso ter paciência, porque nesta fase as crianças começam a ser mais sociáveis, e começam a compreender que a educação é um veículo para o convívio saudável. ‘Paciência’ é uma coisa que vai ter que repetir muitas vezes para ele compreender; terá que esperar que a mãe acabe de falar ou aguardar pela sua vez. Vai também ter que pedir muitas vezes desculpa por ter errado em determinada situação. Reconhecer que errou é muito importante, sendo necessário passar essa mensagem e admitir o erro. Todos erramos e partilhar os nossos erros de adultos ajuda a que o erro não seja considerado algo mau, mas sim, uma oportunidade de aprendizagem. … A partir dos 6 anos… A partir dos 6 anos, pode começar a aprender a ser anfitrião. Se receber colegas lá em casa, deve perguntar-lhes se querem lanchar… se alguém lhe oferecer alguma coisa, deve incentivar a agradecer, pessoalmente, ou por telefone, ou ainda por carta, se assim o entender. Evite ao máximo punir uma criança muito nova por não ter sido educada em determinada situação. Apenas o reforço positivo deve ser usado nessa idade. Todas as crianças estão propensas a cometerem erros. São isso mesmo, crianças, e estão ainda a aprender. «Os adultos somos nós e cabe-nos a nós ajudá-los e não ao contrário» Quando ocorrem situações em que se denotam comportamentos menos educados, temos tendência a repreender e usamos expressões menos interessantes. Não use, por exemplo, a expressão ‘mal-educado’ ou de ‘ser mau’. Sobretudo esta. Ser ‘Mau’ para a criança é como ser comparado ao lobo mau que faz mal à avozinha, é ser comparado à bruxa má que faz mal às princesas… Nenhuma criança se identifica com essas personagens nem considera que as suas próprias atitudes são semelhantes ao ponto de serem consideradas más. As crianças, a partir dos 2 anos, têm este tipo de atitudes, porque são teimosas, despreocupadas e não têm a noção do perigo. Temos que tentar compreender porque é que o nosso filho faz birras enormes e atira tudo para a chão ou, inclusive, nos tenta bater. Os adultos somos nós e cabe-nos a nós ajudá-los e não o contrário. A criança pode apenas, por vezes, necessitar de atenção, afeto, de espaço para as suas brincadeiras. Dicas para uma boa educação dos seus filhos Para uma boa educação dos seus filhos, deve ter em atenção o desenvolvimento dos seguintes valores: Respeito por si, mas também pelos outros, pelo tempo dos outros, pelas coisas dos outros. No caso das crianças e jovens, insistir no respeito pelos mais velhos. Civilidade, que se inicia por aspetos tão simples como, cumprimentar, agradecer, pedir licença ou desculpa. Pontualidade, que é uma premissa base da boa educação. Imagem, sensibilizando, desde cedo, crianças e jovens para a importância da comunicação não verbal (olhar, expressões faciais, gestos, tom de voz…), mas também para a boa apresentação pessoal porque o asseio é fundamental. Consideração pelos pais, pelos familiares, pelos professores/educadores, por todos aqueles com quem interagem. Aceitação da diferença respeitando as outras opiniões, gostos, etnias, religiões, culturas ou modos de vida. Publicado em Healthadvisor
“Fórum: Cidadania e Desenvolvimento” – Fórum da Educação

Convite para dia 4 de Abril que muito me honra ter recebido. Estarei em Vila de Rei com todo gosto a trabalhar um tema sempre polémico: os TPC Partilhar experiências, perspectivas de pais, professores, alunos e técnicos será a abordagem que farei. Todos convidados, inscrição gratuita mas obrigatória em clds3g@scmviladerei.pt
Encontro em CENFIPE Ponte de Lima

+ de 260 Docente, não docentes, Pais e Encarregados de educação participaram no primeiro momento do Ciclo de Conferências CENFIPE 2017. Um gosto em ter estado como conferencista convidado neste encontro. Juntamente com Laborinho lúcio, Alexandre Quintanilha, Castro Caldas, Magda Dias, Cristina Valente, Paulo Flor e Cristina Vale e Jorge Pina. Era para ser o último da manhã, mas como os últimos são os primeiros, passei para o primeiro da tarde numa mesa moderada pela Mariana D’Orey. Agradecer ao José Carlos Fernandes a organização que hoje vivi em Ponte de Lima e o convite do CENFIPE.
Mesa Redonda em Ponte de Sor – Convite

Dia 28 de Março terei o privilégio de estar em Ponte de Sor para abordar um tema que inquieta muitas famílias: gestão de conflitos, discussões e desentendimentos entre os diferentes membros da família. A entrada é gratuita basta inscreverem-se. Apareçam. Terei gosto em vos ter por lá.